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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

É preciso Luz no intervalo da dor...

Pormenores de esculturas em granito de Vigeland...

no Parque Frogner, em Oslo, Noruega



Luz...

Chove na minha tristeza
e não sei como secar a alma!

Agarro, em intervalos, os raios de sol
que, tímidos e piedosos,
me socorrem e mitigam a minha dor.

Cravo-os no peito dorido e suplico-lhes luz!

Eles iluminam-me de esperança
e serenam a minha angústia!

Ana Maria Dias da Cunha

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